quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Quem é a vitima a sociedade ou os criminosos?

Um dos grandes males que o pensamento de esquerda causou a sociedade brasileira foi difundir, com êxito, por todos os meios possíveis, a ideia falsa, de que o individuo que se lança ao mundo do crime, o faz levado pelas condições sociais adversas em que se encontra. Esta ideia é uma fraude, é até mesmo uma ofensa aos milhões de cidadãos que já viveram e ainda vivem em tais condições e nunca optaram pelo crime.
Esta tese não resiste a uma simples analise dos números. Tomemos a crise atual em que o Brasil se encontra, em parte causado pelo mesmo pensamento de esquerda, que gerou 12 milhões de desempregados, gente que de uma hora pra outra, perderam os meios lícitos de sustentação de suas vidas sem perspectivas de recupera-los no curto prazo.  Pois bem, se a tese em discussão fosse correta teríamos 12 milhões de pessoas se lançando a práticas criminosas.  Ate o presente não observamos esta correlação.
Outro problema desta tese fraudulenta é que ela não explica por qual razão as pessoas que vivem em boas condições sociais cometem crimes. Um exemplo disto é o Sr. Marcelo Odebrecht, num mundo imaginário onde as teses da esquerda funcionam este senhor jamais teria cometido crimes.
Ao incutir esta ideia no senso comum, no imaginário popular, estabelecemos o “vale tudo”: se eu não tenho caro, posso pegar de quem tem mais de um; se eu não tenho terra posso invadir a terra de outra pessoa e assim justifica-se o crime, ao tornar o criminoso uma “vitima” da sociedade.
O fato é que vivemos em um mundo real, constituídos por seres humanos imperfeitos. E, se o individuo, faz opção de não seguir o mínimo de regras estabelecidas para um convívio saudável em sociedade, este o faz por sua livre escolha, portanto deve assumir os resultados. A sociedade não deve se sentir culpada ao punir criminosos.

Um comentário:

  1. O artigo é eficiente ao corroborar o pensamento de inúmeros filósofos, mas também de outras pessoas que mesmo não militando nessa seara (filosofia), têm o bom-senso e a razoabilidade como orientadores.
    E toca diretamente no cerne da questão, a honra e a moral!
    A esquerda tem como principal tática de dominação, o desmonte dos valores tradicionais, começando pela família, e avançando sobre tudo aquilo que possa servir de obstáculo aos seus propósitos.
    Ao destruir esses valores básicos de uma sociedade, deixa o indivíduo à mercê de sua doutrina, cujo efeito é praticamente o mesmo do chamado dependente químico, que experimenta algum prazer durante algum tempo, mas que a tolerância estabelecida determina a dependência em si.
    Distribuição sistêmica de alimentos (bolsa-família), cotas universitárias, etc., satisfazem o prazer (necessidade) imediato, mas estabelecem um ‘compromisso’ entre quem recebe e quem fornece.
    Isso nunca gera auto–suficiência ou emancipação!
    Não há milagres na questão de trabalho e aquisição de bem-estar, entendida por alguns como riqueza.
    E não é porque o sujeito está desprovido dos chamados metais que seu caráter, sua honradez vão se esfacelar, e o mesmo delinquir.
    Lula seria um bom exemplo (na verdade ele é um péssimo exemplo): ficou rico, riquíssimo, e continua trafegando pelo submundo!
    Ele delinquiu não porque era pobre, mas porque sempre foi um delinquente. O que lhe faltava era a oportunidade!

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